Antônio Delfim Netto

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Política

O Mercado e a Urna
O Mercado e a Urna

Antônio Delfim Netto

R$ 19,00

BiografiaAntônio Delfim Netto

Formado pela Faculdade de Ciências Econômicas e Administrativas da Universidade de São Paulo; Catedrático de Economia Brasileira na Faculdade em que se graduou. Seu primeiro emprego foi como Auxiliar de Escritório na Indústria Gessy do Brasil. Quando estudante de economia trabalhou no Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de São Paulo. Foi Secretário de Fazenda em São Paulo (1966-67). Membro do Grupo de Planejamento do Governo Carvalho Pinto (SP) do Conselho do Fundo de Expansão da Indústria de Base do Conselho Técnico de Economia Sociologia e Política da Federação do Comércio do Estado de São Paulo da Comissão Interestadual da Bacia Paraná-Uruguai do Conselho Universitário da USP do Conselho Nacional de Economia. Convidado em 1967 pelo Presidente Costa e Silva ocupou o cargo de Ministro da Fazenda permanecendo nesta pasta na Presidência Emílio Garrastazu Médici. Seu período na pasta da Fazenda coincide com o ciclo de grande expansão batizado como "milagre econômico"; seu nome ficou associado não apenas à prosperidade mas também ao lado social da política trabalhista que a acompanhou. Exerceu o controle de salários bem como sobre os preços dos principais produtos industriais de consumo. Na sua administração foram reformuladas as estruturas da administração fazendária através da implantação de métodos científicos de atuação e do treinamento constante e orientado dos seus quadros funcionais. Implantou a Reforma Administrativa extinguindo a Direção Geral da Fazenda Nacional os Departamentos de Rendas Internas Rendas Aduaneiras Imposto de Renda e de Arrecadação a Comissão de Eficiência e a Seção de Organização que foram substituídas em suas funções pela Secretaria da Receita Federal. A Caixa Econômica Federal e a Casa da Moeda passaram a empresa pública foi criado o Conselho Interministeríal de Preços introduzindo alterações profundas em toda a sistemática de acompanhamento da evolução dos preços e custos industriais no País. Criação do Banco Multinacional Brasileiro liderado pelo Banco do Brasil e do "European Brazilian Bank (EUROBRAZ) com sede em Londres. Promovidos lançamentos dos títulos do Tesouro Brasileiro nos mercados de capitais europeus no valor de 100 milhões de marcos. Instituída a Loteria Esportiva Federal. Foram criadas a Comissão de Planejamento e Coordenação de Combate ao Contrabando (COPLANC) o Cartão de Identidade Cadastral a Taxa Rodoviária Federal e o Centro de Treinamento e Desenvolvimento de Pessoal (CETREMFA) que se transformou em ESAF (Escola de Administração Fazendária). Extintas as Delegacias Fiscais e criadas as Delegacias do Ministério da Fazenda nos Estados. Na área da política fiscal tributária destaca-se: aumento da eficiência e produtividade da máquina fisco-tributária; maior difusão do tributo; ampliação do universo de contribuintes; sistema de Incentivos fiscais setoriais e regionais; aumento progressivo do imposto de renda na receita em detrimento do IPI; redução da carga tributária individual sem prejuízo da arrecadação. Na área de política monetária: introdução de instrumentos de controle e neutralização da inflação sobre o mercado interno das reservas do País em divisas; equilíbrio entre o crédito externo e interno. No setor de política cambial deve ser destacado: introdução da taxa flexível de câmbio; formação de um nível de reservas em divisas que assegurasse independência do País em matéria de negociações com o exterior; minimização dos efeitos de alterações cambiais sobre o mercado interno. Como Ministro da Fazenda exerceu atividade como: Presidente do Conselho Monetário Nacional e da Comissão de Programação Financeira; Membro do Conselho de Segurança Nacional e Conselho InterministeriaI de Preços; Governador pelo Brasil do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial; Membro pelo Brasil dos organismos de direção do Banco Interamericano de Desenvolvimento e Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento. Foi Embaixador do Brasil na França (1975-78). Era Ministro da Agricultura (1979) quando foi nomeado para o cargo de Ministro-Chefe da SEPLAN (Secretaria de Planejamento da Presidência da República) cargo em que permanece.

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